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Roquette e Brixhe
 Peggy Brixhe uma campeã em todo o sentido
José Roquette e Peggy Brixhe foram os máximos expoentes como jogadores do Sporting, embora nem sempre tenham representado o clube de Alvalade. Os títulos de campeão nacional por estes jogadores já foram obtidos no acaso das suas carreiras. Roquette ergueu a Taça em 1953, naquele que foi o 14.º título da sua carreira, e Peggy Brixhe em 1955, sendo ainda mais três vezes campeã (oito ao todo). José Roquette, diz quem o ainda viu jogar, “tinha uma boa pancada de direita e uma esquerda cotada. Era bem constituído fisicamente”, segundo nos referiu Olívio Silva. Em relação a Peggy Brixhe os elogios nunca são demais. “Era uma mulher fantástica com grande força e mobilidade. Dominou o ténis durante anos a fio e só foi superada muito tarde pela Leonor Santos. Tinha um ténis agressivo e eu até adorava bater bolas com ela. Para treinar era a melhor parceira e não se importava de ficar a fazer longas trocas de bolas no fundo de campo, seja de esquerda ou de direita. Foi também uma óptima jogadora de pares”, recorda Olívio Silva. Peggy Brixhe foi distinguida na semana passada no Estoril Open com a medalha de Bons Serviços Desportivos.
Curiosidade
 José Roquette, primeiro da esquerda, com mais alguns elementos
da selecção portuguesa que participou em torneios internacionais
José Roquette foi um atleta com uma longevidade notável no ténis português e o título de campeão nacional que obteve ao serviço do Sporting, em 1953, é a prova disso mesmo. Aquele que até agora ainda é o tenista com mais vitórias no Campeonato Nacional Absoluto (14) tinha já 43 anos quando se sagrou campeão de Portugal. Roquette nasceu a 21 de Maio de 1910, fez a sua carreira como jogador em Lisboa e, por fim, radicou-se no Porto por motivos dos seus afazeres profissionais. Representou Portugal na Taça Davis.
In Record
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