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Pai Lagos dinamiza
 Equipa de ténis nos anos 30 e 40
Quem não tem cão caça com gato e foi isso que aconteceu ao ténis no Sporting no início dos anos sessenta, quando pela mão de Eugénio Lagos foi criada uma estrutura por debaixo das bancadas do topo Norte com dois campos em saibro para a prática da modalidade. Eugénio Lagos, um fanático do ténis, deixou esse bichinho para o seu filho, João Lagos, que chegou a ser campeão pelo Sporting em ténis e ténis de mesa. Isso correspondeu a um período em que o Sporting já não detinha o palmarés de outros anos, quando teve campeões nacionais como José Roquette (1953) e Carlos Figueira (1954 e 1955). Por equipas, o Sporting foi campeão por duas vezes com um intervalo bastante dilatado: 1932 e 1953. Na variante de pares, o Sporting contabiliza três títulos em campeonatos nacionais: José Silva/Manuel Silva em 1949; J. Serra e Moura e Nuno C. Pereira (1935) e A. Pinto Coelho/F. Ribeiro (1934). Nas senhoras assistiu-se a uma dupla vitória de Maria Silva Araújo em 1953 e 1954, antes de Peggy Brixhe se sagrar campeã no ano seguinte marcando a sua geração. Gabriela Catarino foi a outra campeã pelo Sporting em 1937.
Curiosidade
 O agora empresário João Lagos jogou ténis e
ténis de mesa como federado no Sporting
Várias têm sido as hipóteses já levantadas para o ténis regressar ao Sporting como modalidade de eleição e para ocupar o espaço a que já teve direito num passado já bem distante. João Lagos fez algumas diligências nesse sentido, mas a questão dos terrenos inviabilizou que ali fosse criada uma estrutura fixa para o desenvolvimento da modalidade. Agora cada vez mais parece estar distante o sonho de alguns sportinguistas jogarem ténis perto de Alvalade, embora o presidente Filipe Soares Franco seja um regular praticante.
In Record
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