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Apogeu e declínio
 Luis Santos tornou-se grande mestre por correspondência
O Sporting é o clube com mais tradição no xadrez em Portugal, não sendo por acaso que dominou grande parte do panorama desportivo nas décadas de 60, 70 e 80. Os leões amealharam 9 Campeonatos Nacionais por equipas, recorde que mais nenhuma agremiação conseguiu alcançar, e 4 Taças de Portugal, tendo tido nas suas fileiras alguns dos grandes nomes da exigente disciplina, designadamente o decano Joaquim Durão, João Mário Ribeiro, João Cordovil, Fernando Silva e Luís Santos – grande mestre de xadrez por correspondência –, jogadores que dividiram entre si 14 títulos individuais. Nos anos 90 e viragem do século o Sporting foi, no entanto, perdendo o elã de outros tempos devido ao crescente semiprofissionalismo do xadrez em Portugal. Clubes como o Boavista, investiram forte em equipas competitivas e foram buscar os melhores jogadores – alguns estrangeiros –, relegando o Sporting para o plano secundário da II Divisão Nacional. Contudo, a secção onde sempre se jogou apenas por amor à camisola teve a sua tábua de salvação com a melhoria recente das suas instalações após a edificação do novo Estádio José Alvalade.
Curiosidade
 Joaquim Durãodominou durante duas décadas o xadrez em Portugal, contabilizando o recorde de 13 títulos nacionais individuais
Joaquim Durão foi um dos xadrezistas portugueses mais notáveis que militou no Sporting. O seu currículo é impressionante, sendo ainda o jogador com mais títulos nacionais individuais, contabilizando 13 ceptros, à frente do grande mestre António Fernandes (10) e Fernando Silva (5). Durão foi o primeiro português a ganhar o título de mestre internacional, passando a conviver com a elite mundial. O decano da modalidade foi eleito recentemente presidente da Federação (FPJ) e ocupou cargos na FIDE.
In Record
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