Encontrei pela primeira vez o Rui Cartaxana em Lourenço Marques. Era director de “o Tempo”.
Confraternizámos muito na “Princesa” onde me dei conta do maravilhoso conversador que ele era. Guardo de então boas recordações e nunca esqueci aquele silogismo que por aquelas bandas ficou célebre, a propósito de ser ou não ser vinho uma bebida feita de ananás. O Rui matou a charada dizendo: se parece vinho e sabe a vinho… é vinho!
Reencontrámo-nos em Lisboa depois do regresso de Moçambique, mas o tempo foi-nos separando. Há muitos anos que não o encontrava.
Agora, até ao nosso próximo encontro, peço a Deus que guarde a sua Alma.